Em 2024, o estado de São Paulo registrou 4.429 internações por lesões autoprovocadas voluntariamente, incluindo tentativas de suicídio, segundo dados do DataSUS divulgados pelo portal Metrópoles. Trata-se do maior número já registrado na série histórica, um dado alarmante que reforça a urgência de ações concretas para promoção da saúde mental.
A faixa etária mais afetada foi a de 20 a 29 anos, com 1.287 internações, evidenciando que jovens adultos estão cada vez mais vulneráveis a contextos de estresse extremo, ansiedade, depressão e outros transtornos mentais. Em comparação com 2008, quando a coleta começou, o aumento foi de 97,3%, e, apenas nos primeiros seis meses de 2025, a média já chegou a 12,7 internações por dia.
Esses números não são apenas estatísticas: eles representam vidas, famílias e comunidades impactadas pelo sofrimento emocional. O Setembro Amarelo traz à tona esse tema, mas precisamos ir além de um mês de campanha para transformar essa realidade.
O impacto da saúde mental no mundo corporativo
Embora os dados de internações estejam diretamente relacionados à vida pessoal e social, é impossível ignorar que grande parte do sofrimento emocional também se conecta ao ambiente de trabalho. Estudos recentes apontam que os transtornos mentais já estão entre as principais causas de afastamento profissional no Brasil.
Um relatório do Ministério da Previdência revelou que, em 2024, mais de 440 mil trabalhadores foram afastados por questões relacionadas à saúde mental, como ansiedade, depressão e estresse crônico. Isso significa uma média de 1.205 afastamentos por dia, com impactos profundos não apenas na vida dessas pessoas, mas também na produtividade e nos custos das empresas.
Em um cenário cada vez mais competitivo, muitos profissionais não sabem como lidar com a pressão por desempenho, excesso de tarefas, metas e jornadas exaustivas, que, quando não gerenciadas, se tornam gatilhos para transtornos psicológicos. Ignorar essa realidade não é mais uma opção — tanto pela dimensão humana quanto pela exigência legal.
A importância do Setembro Amarelo — e da continuidade ao longo do ano
O Setembro Amarelo é fundamental para quebrar o estigma que ainda existe sobre saúde mental e incentivar que as pessoas conversem sobre suas dores e busquem ajuda. No entanto, a transformação real acontece quando essa preocupação se torna constante, com ações contínuas de prevenção e cuidado.
Para as empresas, o desafio é duplo: proteger a saúde emocional de seus colaboradores e cumprir as exigências da atualização da NR-1, que desde 2024 tornou obrigatória a Gestão dos Riscos Psicossociais dentro do Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR). Ou seja, não se trata apenas de uma escolha, mas de uma obrigação legal.
Como a Florescere pode ajudar
A Florescere atua como implementadora de NR-1, com Diagnóstico completo dos Riscos Psicossociais e um planejamento estratégico para promover o bem-estar corporativo de forma contínua. Nossos programas combinam ciência, tecnologia e humanidade, com uma plataforma exclusiva e acompanhamento especializado.
Além de atender às exigências legais, nossas soluções fortalecem a cultura organizacional, reduzem afastamentos e aumentam o engajamento e a produtividade, criando um ambiente mais saudável e sustentável.
Busque ajuda — você não está sozinho
Se você está passando por um momento difícil, lembre-se: pedir ajuda não é sinal de fraqueza, mas de coragem. Terapia e acompanhamento psicológico são ferramentas essenciais para lidar com ansiedade, depressão, estresse e outras questões emocionais.
E se você é gestor ou empresário, este é o momento de agir: invista na saúde mental do seu time, não apenas para atender à legislação, mas para construir uma empresa que valoriza pessoas e resultados de forma equilibrada.
A Florescere está pronta para caminhar com você nessa transformação.
Entre em contato e descubra como podemos ajudar sua organização a florescer, hoje e sempre.





